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O papel das resinas na oferta do direito à água e ao saneamento básico para a população

O papel das resinas na oferta do direito à água e ao saneamento básico para a população

Provavelmente ninguém desconhece a informação de que o Brasil tem um enorme déficit na oferta de água limpa e de serviços de saneamento. Temos atualmente, dizem os números da ABCON (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), cerca de 12 milhões de pessoas que mesmo vivendo em áreas urbanas não possuem acesso à água tratada, enquanto 70 milhões não dispõem de serviços de esgoto. Pouco mais da metade do esgoto produzido no país é coletado, e só 45% desse total é tratado.

Essa carência tem impactos sanitários, sociais e econômicos bastante negativos. Afinal, sem água tratada e tratamento de esgoto as pessoas adoecem mais, tendo assim menos chances de desenvolver suas capacidades individuais e possibilidade de colaborar com a comunidade. Essa condição também exige mais do sistema de saúde, que precisa, portanto, receber mais recursos. Sendo assim, forma-se um ciclo vicioso que prejudica em grandes proporções a perspectiva de consolidação de um país realmente desenvolvido. Sem contar com o problema ambiental, pois o esgoto não tratado vai diretamente para o meio ambiente, contaminando rios, lagos e mares.

Necessidade de investimento

Em 2013, um plano nacional de saneamento estimou que para zerar esse déficit seria necessário realizar, durante vinte anos consecutivos, um investimento anual superior a R$ 25 bilhões. O investimento efetivamente realizado não vem atingindo nem metade desse total. De qualquer forma, em algum momento será necessário ampliar a distribuição dos serviços de água e saneamento no Brasil. E é nesse processo que entra o plástico no saneamento, desempenhando um papel muito importante.

Mesmo na deficiente estrutura brasileira de saneamento, já é bastante usual o emprego de resinas, como é o caso do PVC, hoje matéria-prima de 85% das tubulações de água até 300 mm de diâmetro e 60% das tubulações de esgoto existentes no país. *

Mas nas redes modernas – e na modernização daquelas mais antigas -, o polietileno vem ganhando espaço, especialmente o PEAD (polietileno de alta densidade), crescentemente utilizado nos tubos das redes em virtude de seus diferenciais, como leveza e facilidade de montagem.

Mais polietileno

Também com polietileno hoje são produzidos poços de visita às redes de água e esgoto – os populares “bueiros” -, antes feitos em metais. Grades de PEAD extremamente resistentes a impactos viabilizam a fabricação de poços de visita bastante duráveis.

Há ainda o uso de PRFV (Plástico Reforçado com Fibra de Vidro), em diversas aplicações, como reservatórios, tubos, poços de visita, entre outros. Poliéster, PVC e polietileno são algumas das resinas utilizadas nessas aplicações.

Dessa forma, enquanto não surgem soluções mais abrangentes, aplicações de plástico no saneamento podem ao menos minimizar problemas mais gerais do abastecimento. Basta lembrar que em regiões onde ainda não existe serviço estabelecido de coleta de esgoto pode-se utilizar fossas sépticas feitas em PE e com elas remover grande parte da matéria orgânica dos efluentes, reduzindo assim os impactos nos depósitos naturais de água.

Também podemos atribuir esse potencial das resinas como ferramentas de redução das atuais carências em água e saneamento à doação feita há alguns anos pelo Governo Federal, para moradores de regiões secas – especialmente no nordeste do País -, de cisternas para armazenar água da chuva e de outras fontes hídricas.

Fonte: piramidal

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