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Diferenças em injetoras de poliuretano do tipo spray e de alta ou baixa pressão

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Como você já sabe, o poliuretano é um dos materiais mais versáteis que nossa tecnologia foi capaz de desenvolver. Suas capacidades de se moldar, adesivar e expandir fazem dele o material preferido para a construção de peças de carros, espumas, revestimento de câmaras frias e muito mais.

Para manejar o PU e transformá-lo em diferentes componentes, são utilizadas máquinas, chamadas de injetoras de poliuretano.

No post de hoje, apresentaremos as principais diferenças entre as injetoras do tipo spray e de alta pressão, apresentando as características de cada uma e os aspectos que fazem delas equipamentos distintos.

Injetoras de poliuretano: máquinas de alta e baixa pressão e injetoras do tipo spray

Três dos tipos mais comuns de injetoras são as máquinas de alta e baixa pressão e as injetoras do tipo spray. Todas possuem a mesma função, ou seja, dão forma ao poliuretano.

Confira a seguir!

Máquina injetora de alta pressão: o ápice da eficiência e sofisticação no manejo do poliuretano

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As máquinas injetoras de alta pressão são consideradas as mais sofisticadas dentre as ferramentas capazes de fazer o processo de injeção do poliuretano.

Veja agora suas principais características:

Tanques de armazenamento

A primeira diferença já aparece nos tanques de armazenamento. São utilizados tanques de aço inox, com volume típico de 250 litros de capacidade e jaquetados para manter o componentes (Poliol e Isocianato) em segurança por serem pressurizados se tornam mais resistente – longe do risco de fogo – além de auxiliar na manutenção da temperatura dos líquidos utilizados na formulação do PU.

Bombas

Além do tanque, outros componentes presentes na injetora de alta pressão são de qualidade incomparável, como é o caso das bombas multi-pistão de alta velocidade. Elas operam com volume variável de deslocamento por revolução, ou seja, com diferentes volumes de líquido injetado a cada rotação.

Sistema de controle de temperatura

Variações de temperatura (assim como as altas ou baixas temperaturas) são prejudiciais para alguns compostos químicos. Além de alterar sua formulação, mudanças de temperatura podem causar alterações no estado físico, contribuindo para fenômenos como a viscosidade.

A injetora de alta pressão possui um sistema preciso de aquecimento e resfriamento (Chiller), o que ajuda a manter o controle da temperatura dos componentes – ideal para trabalhá-los nas condições ideais.

Recursos tecnológicos de controle

As injetoras de alta pressão são equipadas com controle de CLP, IHM e com inversores, que são capazes de alterar a vazão, os tempos dos cabeçotes injetores, a velocidade de injeção e a temperatura. A máquina conta também com agitadores para a mistura, controle de abastecimento e alarmes para ampliar a segurança durante o uso e evitar qualquer tipo de problema conforme ela é utilizada.

Pressão e injeção

Como o próprio nome já diz, esse tipo de injetora trabalha com altas pressões – que podem variar entre 120 e 180 bar. Já a injeção é totalmente regulável e permite que seja feitas injeções em taxas que vão de 100 a 670 gramas por segundo.

Injetoras de baixa pressão

Tem os mesmos componentes da de alta pressão, porém com menor poder de mistura e com perda de funcionalidade no processo produtivo, pois há a necessidade de limpeza do cabeçote, já que a injetora de baixa pressão tem cabeçote com misturador estático e mecânico.

Funcionamento da injetora de PU do tipo spray

As máquinas injetoras do tipo spray são máquinas mais simples, mas que também são altamente utilizadas na indústria do poliuretano. Por se tratar de um maquinário menos complexo, seu custo é bem menor do que o praticado em uma injetora de alta pressão – podendo superar o valor em até seis vezes!

Armazenagem

Injetoras do tipo spray podem ser dotadas de tanques protegidos, contudo, o armazenamento costuma ser na própria embalagem do produto (tambor).

Bombas

As bombas da injetora do tipo spray são de deslocamento positivo e ação dupla. Elas são acionadas por ar pressurizado ou óleo hidráulico – são eles quem vão criar a pressão necessária para que o material seja ejetado corretamente em forma de spray.

Trocador de calor

As bombas levam os produtos químicos para um trocador de calor que está na própria mangueira interno. Lá ocorre a mistura dos insumos necessários para criar o poliuretano. O trocador (cabeçote) de calor eleva a temperatura de ambiente para 70 graus celsius.

Bico injetor

Por se tratar de um spray de poliuretano, é natural que a saída seja feita por um bico de pequena abertura, capaz de fazer com que o material se espalhe em sua saída. O bico injetor desse tipo de máquina é conhecido como “pistola de pulverização”. Elas possuem duas funções: mistura dos componentes e geração de névoa de pulverização. Nesse aparelho, não há recirculação de baixa e alta pressão.

Vazão e pressão

A vazão típica de um injetor de poliuretano do tipo spray é de 150 a 333 gramas por segundo. Já a pressão máxima de trabalho é bem abaixo do praticado pelas injetoras de alta pressão. No caso das injetoras tipo spray, a pressão máxima de trabalho é de, no máximo, 10 bar.

Essas são as principais diferenças entre os dois equipamentos apresentados aqui. Tanto a injetora do tipo spray quanto a de alta pressão são máquinas excelentes para manejar e produzir o poliuretano e seus subprodutos.

Continue acompanhando nosso blog para mais novidades do setor. Até a próxima!

Fonte: flexivelpu

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